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segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Na onda dos prédios verdes

Entenda o que é um edifício ecologicamente correto e saiba por que o Rio tem investido neles

por Daniela Pessoa | 20 de Novembro de 2011
Edifício Cidade Nova, no Centro do Rio: primeiro prédio do Brasil a ganhar certificação verde


Seguindo padrões de construção sustentável, os edifícios verdes estão conquistando os cariocas. O ator Bruno Gagliasso é um dos que investiu na causa. O novo lar do galã, que está sendo construído em São Conrado com piscina aquecida naturalmente e teto que favorece a iluminação natural, tem o projeto sustentável assinado pelo arquiteto Marcio Kogan. Até agora, no entanto, o grande filão do mercado verde tem sido os empreendimentos comerciais. O primeiro do Brasil a ganhar certificação verde é carioca, o Edifício Cidade Nova (Rua Ulisses Guimarães, 565). Nos próximos dois anos, quase metade dos lançamentos corporativos na cidade (40,8%) será de prédios ecológicos, de acordo com estudo da consultoria imobiliária Cushman & Wakefield. Mais do que uma jogada de marketing das construtoras para valorizar os imóveis, que acabam saindo entre 2% e 7% mais caros na compra ou aluguel, os prédios verdes ajudam, de fato, a preservar o meio ambiente. E os atrativos vão além.

terça-feira, 18 de outubro de 2011


Meio Ambiente
Construções Sustentáveis
O que ainda é dispendioso e o que já vale a pena fazer?
A preservação do Meio Ambiente é fundamental para o futuro das próximas gerações. Virou, de certa forma, uma verdadeira “bandeira” para diversas empresas. Entre vários setores, podemos destacar o da Construção Civil, que evoluiu muito nos últimos anos com soluções sustentáveis e tecnologias que minimizam o impacto ambiental causado pelo homem.
Mas diante de tantas opções (captação de água da chuva, placas de energia solar, reguladores de vazão, móveis ecologicamente corretos), o que é viável e o que ainda é muito caro quando o assunto é Construção Ecologicamente Correta?
O arquiteto Manoel Dória, representante do Paraná no maior Fórum de Arquitetura do Brasil, que tem como objetivo discutir a questão da eficiência energética, arquitetura sustentável, iluminação natural e artificial e automação, esclarece o assunto.
Para ele, antes de pensar nas tecnologias é preciso repensar nossos hábitos. “A alternativa mais barata ainda é a conscientização. Temos que mudar certos costumes e vícios.  A educação é a essência de se ter uma moradia ecológica”, diz. Esse ponto passa pela racionalização da energia, da água, arborização, permeabilidade, separação de lixo, etc. “Depois disso temos a tecnologia, equipamentos, materiais, conceitos construtivos, que cada vez mais são necessidades e premissas que devem estar acopladas nas obras, tais como painéis solares, captação e reutilização de água, ventilação natural, materiais reciclados, entre outros recursos”, esclarece.
Há tecnologias que estão cada vez mais acessíveis. “Os painéis solares, por exemplo, já foram caros, e hoje estão bem acessíveis. Entretanto, em algumas regiões do Brasil temos que trabalhar com sistema misto, pois não há sol o tempo todo”, alerta o arquiteto.
Manoel dá a dica para quem está construindo e quer minimizar os impactos no meio ambiente. “Respeito com o entorno, com a cidade, com a cultura, vizinhança e meio ambiente são fundamentais. Temos inúmeras razões para edificar com qualidade e respeito ambiental. A principal é contratar um arquiteto inserido neste processo e, daí em diante, buscar a melhor concepção e partido para o projeto. Hoje existem inúmeros materiais, técnicas construtivas e aplicação de sistemas/instalações que agregam e amenizam o impacto da obra junto ao meio ambiente. Penso que todo este processo de sustentabilidade tem quatro fatores principais: ambiental, social, cultural e econômico”, enfatiza o profissional.


Quanto custa*?

Cisterna para armazenamento de água da chuva: R$1.200,00

Captação de luz solar através de painéis: R$ 2.200,00

Torneiras de fluxo reduzido: R$ 90,00

Equipamentos sanitários de baixo consumo: R$ 160,00

Lâmpadas de alta eficiência energética: R$ 7,00

Lareira para aquecer ambientes (em locais frios): R$ 1.070,00

Janelas grandes para aproveitar a ventilação (em locais quentes): R$ 200,00

*Preço médio.

MeioAmb-placasolar.jpg


Paineis
Os painéis solares já foram caros - hoje estão mais acessíveis.




MeioAmb-torneira.jpg





Torneiras
As torneiras de fluxo reduzido evitam o desperdício de água das torneiras comuns.






MeioAmb-janelas.jpg



Janelas
As janelas grandes ajudam a economizar energia, pois possibilitam maior claridade.




marina cotovicz
fotos: sxc.hu

Postado por: Leivas Macedo

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Futuro Engenheiro Civil - viajante, aventureiro e dedicado!

·         Leivas M. de Oliveira – Residiu-se por algum tempo em Araguaína-TO e em várias partes do país, acredita no potencial financeiro proporcionado pelo curso de Engenharia Civil;

Primeiro protótipo de casa


MIT mostra primeiro protótipo de casa de US$1.000

Redação do Site Inovação Tecnológica - 16/09/2011
MIT mostra primeiro protótipo de casa de US$1.000
Este é o interior da casa, projetada por Ying Chui.[Imagem: Ying chee Chui]




Casa 1K
Em muitas cidades é possível encontrar casas que custam US$1.000 o metro quadrado.
Mas um grupo de arquitetos do MIT, nos Estados Unidos, decidiu tentar uma alternativa bem mais acessível: construir uma casa inteira por US$1.000.
Agora eles apresentaram o primeiro protótipo da sua chamada "Casa 1K", voltada para atender às necessidades de moradia das regiões mais pobres do mundo.
"É parte da responsabilidade de um arquiteto criar esses espaços para as pessoas viverem. É com o coração que fazemos isso," disse Ying Chui, a idealizadora dessa primeira versão do projeto.
MIT mostra primeiro protótipo de casa de US$1.000
O exterior da Casa 1K. [Imagem: Ying chee Chui]
Casa modular
A casa possui paredes de tijolo oco com barras de aço para reforço e vigas de madeira, e foi projetada para resistir a um terremoto de magnitude 8,0.
Ela tem uma estrutura modular, com unidades idênticas em torno de uma sala retangular central.
"O módulo pode ser duplicado e rotacionado, e então torna-se uma casa," explica Chui. "A construção é muito fácil porque, se você sabe como construir um único módulo, então você sabe construir a casa inteira."
MIT mostra primeiro protótipo de casa de US$1.000
Um modelo da casa com o teto removido para melhor visualização. [Imagem: Ying chee Chui]
Uma casa para cada criança
O protótipo ainda não alcançou o objetivo - ele custou US$5.925, mas já é bastante barato em comparação com várias alternativas.
Seu custo foi mais alto em parte porque a casa saiu maior do que o proposto inicialmente para o projeto Casa 1K - cerca de 75 metros quadrados, em vez dos 46 metros quadrados propostos.
Segundo Chui, a versão menor da casa poderia ser construída por cerca de US$ 4.000. Esse valor poderia ser ainda menor se um grande número de casas fossem construídas ao mesmo tempo, segundo ela.
A ideia de tentar construir casas por US$1.000 é de Tony Ciochetti, que afirma ter-se inspirado no programa One Laptop Per Child, a fundação liderada pelo também professor do MIT, Nicholas Negroponte, que fornece computadores de baixo custo para crianças.

Postado por: Leivas Macedo de Oliveira

Link para visualização: http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=prototipo-casa-mil-dolares&id=010170110916

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