sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Produçao Escrita - A Língua Portuguesa e o Estrangeirismo


ITPAC PORTO
Inglês Instrumental
Prof.: Rubenilson Araujo

Acadêmico: Eduardo Carvalho Silva

A música de Zé Ramalho ilustra a situação de muitas pessoas residentes longe dos grandes centros, e quando estes têm a oportunidade de conhecer tais locais, ficam espantados com a quantidade de palavras estrangeiras, que para a maioria é desconhecida, e ás vezes o som das palavras lembram outras situações que não têm ligação com aquele momento, como o exemplo na música “Estrangeirismo” (interpretada pelo cantor Zé Ramalho) quando é cantado a expressão “fast food” e o autor interpreta de outra forma, num sentido pejorativo.
Em minha opinião, às vezes há um exagero de quantidade de palavras estrangeiras no Brasil, afinal temos um idioma muito bonito com inúmeros vocábulos e não haveria a necessidade de “importarmos” tanto vocabulário, claro que esporadicamente é necessário, pois a tradução muitas vezes ficaria estranho para falarmos cotidianamente. Portanto, em relação ao estrangeirismo, precisamos ter cautelas para não desconsiderar o nosso idioma, mas também não termos aversão a outras expressões linguísticas.

Algumas palavras usadas no Cotidiano brasileiro:

Shopping – lugar de várias lojas
E-mail – correio eletrônico
Happy hour – Horário onde as pessoas se encontram para conversar e beber algo, normalmente no fim de tarde, logo após o trabalho.
Fashion – refere se a moda
Look – amplamente usada para se referir ao visual.
Internet – rede mundial de computadores
Show – espetáculo
Short – Bermuda
Brother – irmão
Jeans – tecido grosso.

NOTA: Para ter uma ideia, o corretor ortográfico do Office 2010, que está configurado para PORTUGUES do Brasil, só acusou erro na Palavra “happy” de “happy hour”; as outras, segundo o corretor, são palavras do idioma português.

Prodgução Escrita - O estrangeirismo em nosso idioma

ITPAC PORTO NACIONAL
Aluno: Leoni C. da Luz Junior
              
Estrangeirismo

O inglês já invadiu nossos salões de beleza, restaurantes, mídias, lugares de compras, publicidades, grifes nacionais, etc. Assim, é comum nos depararmos com palavras ou expressões, como: coffee break, shopping, outdoor, self-service, play, off, free, online, lan house, drive-thru, designer, fashion, jeans,  entre outras.
Algumas expressões, inclusive já possuem equivalentes em português, outras foram incorporadas com formas aportuguesadas e outras estão presentes até no dicionário de nossa Língua Portuguesa, como show e marketing, por exemplo.
Há vários motivos e/ou explicações para a presença do estrangeirismo em nosso idioma, e podemos argumentar com as justificativas da globalização, o imperialismo econômico, a tecnologia, a receptividade do brasileiro, a hegemonia americana, entre outras.
Não sei se tem como ser radical a ponto de falar que tal fato é bom ou  ruim, uma vez que devemos valorizar a nossa língua, mas não podemos evitar por completo o contato intercultural, mesmo porque vivemos num mundo globalizado, sem fronteiras. Afinal, o inglês, por exemplo, já virou língua mundial. Dizemos que a língua inglesa perdeu sua nacionalidade à medida que é falada mais por não nativos do que por nativos.
Agora, o que não podemos deixar de analisar é o porquê de usarmos determinada palavra se ela já existe na língua portuguesa? Parece algo  desnecessário e até absurdo! Essa posição certamente deve ser criticada e abolida entre aqueles que amam a sua nacionalidade e primam pela sua cultura e idioma.

Palavras estrangeiras usadas no dia-a-dia dos brasileiros

          
Coffee Break
Shopping
Outdoor
Selfservice
Play
Off
Free
Online
Lan House
Drive-thru
Designer
Fashion
Jeans

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Produção Escrita - O estrangeirismo na Língua Portuguesa


ITPAC-Porto Nacional
Língua Inglesa Instrumental
Professor: Rubenilson Araújo
1° Período Engenharia Civil
Acadêmico (a): Fernanda Santos Carneiro

- Exemplos de palavras em Inglês usadas no cotidiano brasileiro:  

  • hot dog
  • girl
  • cowboy
  • site
  • drag queen
  • piercing
  • banana split
  • shopping Center
  • game
  • love

                                                          
                                                             Estrangeirismo

                   O estrangeirismo na Língua Portuguesa falada no Brasil é frequente em nosso cotidiano e isso não vem de hoje. Tal fato ocorre devido sermos influenciados por inúmeras culturas, mais precisamente a dos americanos.
Hoje não existe mais discriminação linguística acentuada, todos podem usar termos derivados do inglês, porém como mostra a música de Zé Ramalho, muitas pessoas têm dificuldades no seu dia-a-dia com certas palavras que já fazem parte do nosso idioma.
Nos dias atuais, a criança não vai brincar no parquinho, ela vai ao playground, a cerveja depois do expediente é happy hour, o restaurante de comidas rápidas é mais conhecido como fast food e, já existem pesquisas que dizem que os brasileiros preferem marcas de lojas que tenham estrangeirismo a marcas nacionais, isso explica o fato de não termos tanto cuidado em preservar nossa cultura.
 Como todos nós sabemos, as origens do tronco linguístico da língua falada pelos dos brasileiros não é algo simples de ser decifrada, devido o fato da miscigenação que nos compõe, enquanto nação “colonizada” por estrangeiros.

Produçao Escrita - A Língua Inglesa no mundo contemporâneo


ITPAC PORTO
CARLOS AUGUSTO NUNES DE SOUSA-0003885
ENGENHARIA CIVIL 2011/2
DATA: 10/08/2011.

ATIVIDADE DA AULA DA DISCIPLINA "INGLÊS INSTRUMENTAL"

       - Posicione-se sobre a problemática na letra da música “Estrangeirismo” interpretada pelo cantor Zé Ramalho, concordando ou discordando com o compositor sobre a incorporação de palavras estrangeiras em nosso idioma:

           A letra da música “Estrangeirismo” mostra uma situação real do que acontece no nosso dia a dia, facilitando ou não o nosso cotidiano. Alguns sofrem com essa modificação, entretanto vejo nisso como uma vantagem, pois nesse mundo globalizado em que vivemos, devemos saber falar um pouco de cada língua. Como por exemplo, o Brasil será sede da Copa do Mundo de 2014, precisamos de pessoas qualificadas para dar boas vindas ao mundo a fora. São as pessoas não qualificadas que vão ficando para trás, precisamos pelo menos ter uma base para entendermos um pouco dessa parte da globalização e irmos acompanhando a velocidade do mundo contemporâneo.

        -Exemplo de 10 palavras em Inglês no nosso cotidiano Brasileiro: 

  • SOFTWARE
  • GAME
  • PLAY
  • E-MAIL
  • SHOPPING
  • ONLINE/OFFLINE
  • MOUSE
  • HOT-DOG
  • DOWNLOAD
  • PEN DRIVE


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Mais um fututo engenheiro civil em formação na ITPAC-Porto!


Carlos Augusto N. de Sousa – optou pela engenharia civil devido a mesma ser uma área inovadora e acredita que o bom profissional é aquele que sabe se comunicar com o seu cliente, independente do grau de escolaridade e/ou instrução; proveniente de Xinguara-PA para Porto Nacional-TO;

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Entre os novos engenheiros civis já compartilhamos experiências na área

·         Denycleib Chagas P. Siqueira – já atua na área técnica de Engenharia Civil como empresário e acredita na base da comunicação para o desenvolvimento em geral;

Há também novos engenheiros civis versáteis

O ser humano morre não quando seu coração deixa de pulsar, mas quando de alguma forma deixa de se sentir importante.  (Augusto Cury - O Vendedor de Sonhos)


·         Luan Torres Barros – reside em Porto Nacional-TO há 7 anos, identifica-se com a área do conhecimento da Engenharia porque tem certa facilidade em ciências exatas. 

ITPAC-Porto lanca engenheiras civis no mercado em pleno século XXI


·         Carmen Célia A. de Souza – mineira, proveniente de Divinópolis-MG, casada, ingressou no curso de Engenharia Civil devido a influência do trabalho do esposo;


ITPAC-Porto lança novas Engenheiras Civis no mercado de trabalho!

·         Rhaysa Ravenna de A. Pereira – garota inteligente, esforçada e acredita no desenvolvimento pessoal promovido e mediado pela comunicação humana;

Novo Engenheiro Civil à vista!

·         Leonardo Nilo de Souza – natural de Palmas-TO, mas atualmente reside em P. Nacional. Escolheu o curso de Engenharia Civil porque é um ramo que está crescendo bastante atualmente na região norte do Brasil. 
FRASES PREDILETAS:
A mente que se abre a uma nova idéia jamais voltará ao seu tamanho original.
((Albert Einstein))

Purifica o teu coração antes de permitires que o amor entre nele, pois até o mel mais doce azeda num recipiente sujo.
((Pitágoras))

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Eduardo Silva


Eduardo Silva, Sou Adventista do Sétimo Dia, e mesmo não assistindo as aulas ás sextas feiras e aos sábados, serei um grande Engenheiro Civil...

I will be a great Civil Engineer, with the help of God!!

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Futuro engenheiro civil

·      Geovanny da S. Guilherme – escolheu o curso devido o mercado de trabalho e acredita na comunicação como fator facilitador da vida pessoal e profissional;

Flashes dos futuros engenheiros civis

·      Ghalwony Camargo Aguiar – portuense, acredita na vocação atual do mercado na área de engenharia civil;

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

1ª AULA - 03 DE AGOSTO DE 2011.


1ª aula – Interação entre os acadêmicos da turma de Engenharia Civil 2011/2 – 03 de agosto de 2011.
Perguntas norteadoras para a breve entrevista:
1.      Quem é você?
2.      Qual a sua motivação pessoal para o curso de Engenharia Civil?
3.      Em sua opinião, por que as disciplinas de Comunicação & Expressão e Inglês Instrumental na estrutura curricular do curso de Engenharia Civil?

Duplas:
·         Júnio Costa – humilde; escolheu o curso pelo mercado de trabalho e facilidade com as exatas;
·         Lívia Benvindo – esforçada, professora de Química, inteligente, positiva, escolheu o curso porque acredita que o curso é bom e sempre gosta de buscar coisas novas;
·         Luís Henrique – portuense, já residiu em Palmas, tem boas expectativas em relação ao curso;
·         Hanna Gardênia  – palmense, interessa-se no curso devido o mercado de trabalho;
·        Romulo Bonfim – portuense, humilde, escolheu o curso porque é bom em cálculos, optou por Engenharia Civil (ITPAC-Porto) em vez de Letras (UFT);
·       Carmen Célia – mineira, proveniente de Divinópolis-MG, casada, ingressou no curso devido o trabalho do esposo;
·   Jhonath Wadson  – portuense, jovem, tem facilidade em exatas, espera aprender sempre mais;
·         Luan Torres – reside em Porto Nacional há 7 anos, tem certa facilidade em exatas;
·     Luana Alves – reside em Porto Nacional, escolheu o curso devido o mercado de trabalho e acredita no poder da comunicação;
·     All Uansser Júnio – gosta de exatas, acha a comunicação importante no relacionamento interpessoal;
· Stéfanny Rainny – ambiciosa (no bom sentido), já atua na área de Engenharia Civil e percebe a importância da Comunicação e do idioma inglês na vida pessoal e profissional;
·   Carlos – optou por engenharia por ser uma área inovadora, acredita que o bom profissional é aquele que sabe se comunicar com o seu cliente, proveniente de Xinguara-PA;
·    Pablo Vinicius – escolheu Engenharia devido o mercado de trabalho e é palmense;
· Fernanda Santos – proveniente de Araguaína-TO, profissionalmente, acredita no bom relacionamento com os clientes, mediante uma comunicação eficaz;
· Frederico Paranhos  – interessou-se pelo curso devido o mercado de trabalho;
· Manoel Guilherme Mascarenhas – palmense, acredita na vocação do mercado na área de engenharia civil;
· Ghalwony Camargo – portuense, acredita na vocação atual do mercado na área de engenharia civil;
·  Luís Fernando Macedo – portuense, escolheu o curso devido o mercado de trabalho e acredita que o Inglês é um idioma internacional;
- Brian Rosal  – paulista, mas reside no TO há 10 anos, corintiano, tem facilidade em Língua Inglesa;
·  Thiago Lima – goianiense, funcionário público da Secretaria de Obras;
·  Leonardo Nilo – palmense, escolheu Engenharia Civil porque é um ramo que está crescendo bastante atualmente na região;
· Kaique Ferreira – corintiano, gosta de Matemática e isso o influenciou na escolha do curso de Engenharia Civil;
· Willian Mateus – gosta da área de Engenharia e acredita que a mesma pode contribuir com o potencial de desenvolvimento de um país;
·Armando Batista – portuense, especialista em alinhamento de automóveis, acredita no poder comunicativo, escolheu o curso devido gostar de exatas;
·Mariana Peres – jovem, solteira, recém chegada ao município de Porto Nacional, acredita no mercado de trabalho e identifica-se com a área de Engenharia Civil, pretende viajar e atuar profissionalmente no exterior;
·Flávia Deyane – motivou-se pelo curso devido a influência de uma pessoa conhecida no passado;
·  Gabriel Guidolin – residente em Fátima-TO, espera identificar-se com o curso, apesar da intenção ser outra; acredita na necessidade da comunicação na mediação de solução do conflito;
·Luma Rebecca – jovem, residiu em Araguaína-TO, proveniente de Imperatriz-MA, acredita que as disciplinas mencionadas ajudarão significativamente no curso de Engenharia Civil;
· Irson Rodrigues – motivou-se pelo curso devido a influência de uma pessoa conhecida em seu ciclo de amizades e já atua na área de Engenharia Civil;
·Ludiely Cathariny – goiana, comunicativa, gosta de Matemática e acredita no mercado de trabalho da Engenharia Civil;
·Denycleib Chagas – já atua na área de Engenharia como empresário e acredita na base da comunicação;
·Rhaysa Ravenna – inteligente, esforçada, acredita no desenvolvimento pessoal promovido e mediado pela comunicação humana;
·Sócrates Leite  – portuense gosta de cálculos e informática e acredita na expressão escrita e oral para o sucesso pessoal, profissional e acadêmico;
· Carlos – residente em Porto Nacional, escolheu o curso devido o mercado de trabalho;
· Vinícius Rodrigues  – natural do estado do Maranhão, residiu na região norte do TO, o pai já atua na área de Engenharia e este foi um dos fatores que o influenciou na escolha do curso, busca uma boa qualificação profissional;
·Asafe Emanuel – busca identificação pessoal e realização financeira no curso de Engenharia Civil;
·Leandro – gurupiense, a família o influenciou na escolha do curso devido a atuação de alguns membros em cursos afins;
· Renê Augusto – o pai já atua na área de Engenharia Civil, palmense;
·  Amadeu Antônio – araguainense, a facilidade no mercado de trabalho o influenciou na escolha do curso;
· Wiry Ribeiro – escolheu o curso devido gostar de exatas, é comunicativo;
· Eduardo Carvalho – escolheu a Engenharia devido o mercado está em ascensão e se identifica com as exatas;
· Paulo – escolheu o curso devido o irmão já atuar na área de Engenharia Civil e devido a ascensão do mercado de trabalho;
·Gabriel Renato – catarinense, residiu em Araguaína, percebe a necessidade da comunicação em todos os âmbitos da vida contemporânea;
·  Matheus Rodrigues – acredita no poder da comunicação;
·  Geovanny Guilherme – escolheu o curso devido o mercado de trabalho e acredita na comunicação;
· Luís Paulo Santiago – interessou-se pelo curso de Engenharia devido a facilidade em Matemática e acredita no poder facilitador da comunicação;
·Davi Mendes – já atua na área de Engenharia Civil e acredita no mercado de oportunidades de trabalho que a mesma pode promover;
·Richard Lorran – escolheu o curso devido o mercado de trabalho e vislumbra as oportunidades promovidas pelo conhecimento de línguas;
·Leandro – escolheu o curso devido questões financeiras, acredita que as disciplinas ajudam na desinibição do profissional;
·Leivas Oliveira – residiu em Araguaína-TO e em várias partes do país, acredita no potencial financeiro proporcionado pelo curso;
·Leila Ferreira – pedagoga com especialização em psicopedagogia, comunicativa e com boa oratória;
· Gedeon Aires – portuense, já atua na construção civil e isso o influenciou na escolha do curso de Engenharia;
·Lourival Neto – ponte altense, tímido, atua na área da Saúde, abandonou o curso de Odontologia e optou pela Engenharia Civil, o convívio interpessoal facilita o conhecimento das disciplinas em questão;
·José Luís Caldeira – mineiro, residente em Monte do Carmo-TO, escolheu o curso porque identifica-se com a operacionalização da área de Engenharia Civil;
·Héllen Cristina – residente em Palmas, Contadora, acredita no desenvolvimento de uma nação mediante a área de Engenharia Civil;
·Alfredo Júnio – portuense, comunicativo, determinado, busca rendimento financeiro e encanta-se com a projeção da construção civil;
·  Gisele Alves – goianiense, reside em Porto há 1 ano; optou pelo curso devido a aptidão nata, não identifica-se muito com as exatas e acredita que o curso é além disso;
·  Keyllane Burgaque – portuense, optou pelo curso devido a identificação com o mesmo e gosta de exatas, principalmente da disciplina de Física;
·Leoni Junior – palmense, já atua com o pai na área de Engenharia Civil, simpático, já se encontra no 3º período do curso.

A importância da comunicação e expressão na Engenharia Civil

 Todo ser humano tem suas necessidades uma delas é a comunicação, estabelecer uma relação comunicativa é de suma importância para a sociedade onde abrangem varias áreas inclusive a Engenharia Civil. O mercado esta cada vez mais concorrido e necessitando de profissionais qualificados que saibam se expressar e apresentar ideias de formas claras e cognitivas.
 O Engenheiro Civil tem um papel fundamental no desenvolvimento de um pais ele desempenha um trabalho  decisivo e sempre deve estar interagindo com os meios comunicativos- internet, jornais, revistas ,livros e etc- para desenvolver seu vocabulário . Mas esta área de engenharia vai muito além das exatas , um bom profissional deve ter um raciocínio logico bem aguçado , e este não é desenvolvido somente na Matemática , mas também na leitura e no aprendizado de outros idiomas , ai esta a grande importância da comunicação na vida deste profissional que sempre estará buscando e inovando seus conhecimentos .
O estudante de Engenharia deve por em sua cabeça que a expressão e comunicação é a base de todo principio que ajudará no desenvolvimento intelectual , fazendo com que o profissional galgue os mais altos níveis de sabedoria em uma Universidade.  
ENGENHARIA CIVIL




É o ramo da engenharia que projeta, gerencia e executa obras como casas, edifícios, pontes, viadutos, estradas, barragens, canais e portos. O engenheiro civil projeta, gerencia e acompanha todas as etapas de uma construção ou reforma. Sua atuação inclui a análise das características do solo, o estudo da insolação e da ventilação do local e a definição dos tipos de fundação. Com base nesses dados, o profissional desenvolve o projeto, especificando as redes de instalações elétricas, hidráulicas e de saneamento do edifício e definindo o material que será usado. No canteiro de obras, chefia as equipes de trabalho, supervisionando prazos, custos, padrões de qualidade e de segurança. Cabe a ele garantir a estabilidade e a segurança da edificação, calculando os efeitos dos ventos e das mudanças de temperatura na resistência dos materiais. Ele também pode dedicar-se à administração de recursos prediais, gerenciando a infraestrutura e a ocupação de um edifício.
fonte : guia do estudante
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